Eu te amo, não exatamente porque preciso de você
Tão pouco inteiramente que não consiga suportar
Não é sufoco nem suplício, não há entrega ou sacrifício
É só um estado de espírito, é sentido que se dá
Eu te amo, não um amor que me faça enlouquecer
Nem tanto assim que não se possa explicar
Não é um hábito, nem um vício, não é razão, nem é difícil
É uma frase assim, de início, eu só te amo por amar
terça-feira, 15 de maio de 2007
segunda-feira, 14 de maio de 2007
Pastel
Eu e meu pastel crocante
Uma manhã insinuante
Em meio à toda farofada
Como se fossemos amantes
Não te troco meu pastel
Você sim é que é fiel
Vem fritinho e recheado
Não te solto, não te largo
Croc-croc faz você
Croc-croc ao te morder
Te devoro já, sem calma
Sou vampiro da sua alma
Eu te amo (como) até morrer
Uma manhã insinuante
Em meio à toda farofada
Como se fossemos amantes
Não te troco meu pastel
Você sim é que é fiel
Vem fritinho e recheado
Não te solto, não te largo
Croc-croc faz você
Croc-croc ao te morder
Te devoro já, sem calma
Sou vampiro da sua alma
Eu te amo (como) até morrer
sexta-feira, 11 de maio de 2007
O fim (é o começo)
Eu crio pelo avesso
Digo adeus à este começo
Me despeço e vou embora
Limpo as mãos e bato a porta
Dou um beijo e vejo a hora
É tão tarde, é tão agora
Eu crio pelo avesso
Digo olá e me despeço
Caio dentro, caio fora
Vivo um dia em meia hora
Um abraço me desola
Já não fico ou vou embora
Digo adeus à este começo
Me despeço e vou embora
Limpo as mãos e bato a porta
Dou um beijo e vejo a hora
É tão tarde, é tão agora
Eu crio pelo avesso
Digo olá e me despeço
Caio dentro, caio fora
Vivo um dia em meia hora
Um abraço me desola
Já não fico ou vou embora
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